Um amigo de quatro patas traz novas rotinas, momentos de afeto e a alegria de uma companhia sempre presente. Entre as diferentes formas de viver essa relação, a adoção de cachorro se destaca por unir carinho, responsabilidade e a chance de escrever novas histórias juntos.
Para muitos cães no Brasil, essa é a única oportunidade de deixar as ruas e conhecer o aconchego de uma família. Segundo o Índice de Abandono Animal, divulgado pela Revista Valor Econômico, 25% da população canina do país está em situação de abandono.
Adotar é escolher participar ativamente de uma mudança duradoura, que beneficia tanto o animal quanto a dinâmica da sua própria vida.
Está considerando adotar? Continue a leitura para entender como funciona o processo de adoção de cachorro, conhecer cada etapa e se preparar para receber o novo integrante da família de forma responsável.
Como funciona o processo de adoção de cachorro no Brasil?
Para adotar um cachorro, normalmente é preciso passar por uma entrevista, apresentar documentos, assinar um termo de responsabilidade e, em alguns casos, pagar uma taxa simbólica. Essas etapas ajudam a garantir que o animal seja acolhido por uma família preparada para oferecer cuidados e segurança.
Mesmo com essa estrutura, o Brasil ainda enfrenta um cenário preocupante. Cerca de 20,2 milhões de cães vivem em situação de abandono, o que representa 25% da população canina do país. Desses, aproximadamente 117 mil estão em abrigos, à espera de um lar definitivo, segundo o Índice de Abandono Animal divulgado pela Revista Valor Econômico.
Há, no entanto, sinais de avanço. Levantamento da Opinion Box, divulgado pela CNN Brasil, 80% dos animais em lares brasileiros são adotados.
Embora ainda haja desafios, o dado mostra que a adoção já faz parte da realidade de muitos tutores, impulsionada pela variedade de caminhos disponíveis, cada um com suas particularidades e requisitos.
A seguir, você vai conhecer as principais formas de adoção no Brasil e entender como cada uma funciona na prática.
Adoção informal
A adoção informal acontece fora de instituições ou programas oficiais, como quando alguém encontra um animal na rua, recebe por doação de conhecidos ou assume o cuidado após um resgate particular.
Sem um processo burocrático definido, a responsabilidade passa para o novo tutor imediatamente. Por isso, é importante avaliar com cuidado se há condições de oferecer tempo, espaço adequado e recursos para alimentação e saúde.
Quando a decisão é positiva, vale garantir que o pet esteja saudável, com vacinação e vermifugação em dia, além de preparar o ambiente para recebê-lo com segurança. Esses cuidados ajudam na adaptação e evitam problemas logo nos primeiros dias no novo lar.
Adoção formal
A adoção formal é realizada por meio de ONGs, abrigos municipais, feiras de adoção ou plataformas online, seguindo procedimentos organizados para garantir a posse responsável. Entre as etapas mais comuns estão:
- Entrevista com o interessado, usada para avaliar perfil e condições de cuidado;
- Apresentação de documentos como RG, CPF e comprovante de residência;
- Assinatura de um termo de responsabilidade sobre o bem-estar do animal;
- Pagamento de uma taxa simbólica, quando aplicável, para cobrir custos de registro e identificação.
Seguir esse caminho aumenta as chances de o pet encontrar um lar preparado para atender suas necessidades, reduzindo riscos de abandono ou devolução. Além disso, muitos locais entregam o animal já vacinado, vermifugado, castrado e identificado por microchip.
Depois da aprovação, o tutor recebe orientações para facilitar a adaptação do novo companheiro. Cumprir essas recomendações favorece uma transição tranquila e fortalece o vínculo desde os primeiros dias, motivo pelo qual a adoção formal costuma ser recomendada.
Ainda assim, a adoção informal também pode trazer bons resultados quando realizada com planejamento e responsabilidade.
Qual é o perfil de quem pretende fazer uma adoção de cachorro?
O perfil ideal de adotante considera fatores práticos e emocionais para garantir que o animal tenha uma vida saudável e feliz. Entre os principais pontos a avaliar estão:
- Tempo disponível para cuidados diários, brincadeiras, passeios e acompanhamento veterinário;
- Espaço adequado de acordo com o porte e nível de energia do cão;
- Condição financeira para arcar com alimentação, vacinas, consultas, higiene e imprevistos;
- Estilo de vida compatível com as necessidades do animal;
- Preferência de idade:
- Filhotes exigem mais atenção, paciência e treinamento;
- Adultos costumam ter comportamento mais estável e se adaptam melhor a rotinas;
- Idosos precisam de cuidados específicos, mas oferecem companhia tranquila e muito afeto.
Refletir sobre cada um desses aspectos antes da adoção ajuda a encontrar um companheiro que se encaixe bem à realidade da família, evitando frustrações e fortalecendo a relação desde o início.
Cuidados essenciais após a adoção
Os primeiros dias no novo lar exigem atenção extra para que o cachorro se sinta seguro e acolhido. Pequenas ações nesse período fazem toda a diferença no bem-estar do animal e no sucesso da adoção.
- Primeira visita ao veterinário para avaliar a saúde geral e identificar possíveis necessidades de tratamento;
- Vacinação e vermifugação em dia para prevenir doenças e parasitas;
- Higiene adequada, utilizando produtos específicos para animais, evitando irritações e alergias;
- Alimentação de qualidade, compatível com a idade, porte e necessidades nutricionais do cão;
- Adaptação ao novo lar, respeitando o tempo do animal para conhecer o ambiente, estabelecer uma rotina e socializar com pessoas e outros pets.
A adaptação é uma das etapas mais delicadas do processo. Segundo o Índice de Abandono Animal, 11% dos tutores de cães consideram renunciar ao pet nos primeiros meses, sendo essa fase um dos principais motivos.
Criar um ambiente seguro e manter uma rotina estável favorecem a integração do animal à família e reduzem o risco de frustrações para ambos.
Patinhas do Destino: a novelinha que inspira a adoção
A World Veterinária criou uma campanha inédita para aproximar ainda mais o público da causa animal: Patinhas do Destino, a primeira “novela pet” do Brasil. Inspirada no universo dramático das telenovelas, a produção transforma histórias de cães e gatos em capítulos curtos cheios de emoção e humor.
Mas o que torna a campanha tão especial?
- Formato inovador: 12 episódios curtos, pensados para as redes sociais, especialmente o TikTok.
- Protagonistas carismáticos: Caramelo, um cachorro em busca de um lar, e Dr. Miau, o gato que já domina o território.
- Estética de novela: cenários, figurinos e direção de arte que remetem a tramas icônicas da TV brasileira.
- Objetivo claro: sensibilizar, divertir e ampliar a conscientização sobre a adoção responsável.
- Apoio social: parceria com as ONGs Cão Sem Dono e Clube dos Vira-Latas, fortalecendo ações em prol de animais resgatados.
Mais do que entreter, a Patinhas do Destino humaniza o tema da adoção de cachorro, despertando empatia e mostrando que cada pet tem sua própria história e merece um final feliz.
O trailer já está disponível. Assista, compartilhe e acompanhe os episódios nas redes da World Veterinária. Quem sabe a próxima história com final feliz não começa na sua casa?
@worldveterinaria 🐾💛ESTREIA 28 DE AGOSTO, aqui e na rede vizinha! Caramelo achou que tinha encontrado um lar, carinho e uma família. Um lugar onde todos o queriam por perto. Até perceber – tarde demais – que o Dr. Miau não ficou muito feliz com isso! Confira o trailer da primeira novela pet do Brasil, “Patinhas do Destino”, que estreia essa semana nas páginas da World Veterinária. Ative o lembrete para não perder nenhum episódio! #PatinhasDoDestino #FinalFelizWorldVet #adote #Novela #Pets #WorldVeterinária
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